A formação do indivíduo para além do contexto da moral normativa e a perspectiva desta formação a partir dos interesses individuais na visão de Max Stirner. Em um segundo momento, passamos para uma breve consideração sobre o indivíduo diante da razão instrumental.. O que fazer com nosso egoismo? Devemos assumi lo ou lutar contra ele?
O ESTADO COMO FIADOR NO COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
É possível conhecer Deus com base na razão? A reflexão que faremos nesta videoaula tem como objetivo comparar os argumentos emocionais(Sentir) e racionais(Pensar) na fundamentação de nossas crenças em Deus.Em um segundo momento destacaremos a teoria de Montesquieu(filósofo iluminista) que contribuiu para o surgimento do Estado Laico. Assim a uniformidade da religião foi substituída pela neutralidade do Estado. O ensino público Universal, introduzido peal Revolução Francesa, deve ignorar a religião e deixar a cada um que cultive as suas crenças, sem ter direito de de impô-los aos outros.
“NA
NATUREZA NADA SE CRIA, NADA SE PERDE, TUDO SE TRANSFORMA.” (LAVOISIER)
OBJETIVOS; APRENDER
A APRENDER, APRENDER A SER, APRENDER A FAZER E APRENDER A CONVIVER.
Justificativa
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Desenvolver criatividade no aluno, fazendo com que o mesmo entenda que o homem
pode compreender a natureza através da análise crítica e da intervenção SOLIDÁRIA na
realidade que o cerca.
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Propiciar o entendimento de que na natureza nada se cria, nada se perde, tudo
se transforma ( Lavoisier).
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Pensar a escola como lugar de mudança e transformação; atitude que se traduz na
mudança de hábitos capazes de transformar o mundo em que se vive.
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Utilizar os recursos das novas tecnologias da comunicação (computadores,
notebooks, celulares,etc) como pontes e caminhos para produção.
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Desenvolver ideias e converte - las em instrumentos facilitadores da
compreensão ação humana na natureza.
O "eixo central da filosofia"é o problema filosófico, filosofar é complicar o descomplicado, descomplicando o complicado. A questão filosófica aparenta ser uma questão banal, mas o filósofo se encarrega de desbanalizá-la transformando-a em problema. O simples se torna complexo e o complexo se torna simples. É impossível desenvolver o pensamento critico sem a perplexidade de temas que nos levam ao espanto, que por sua vez provocam o olhar critico no sujeito cognoscente e que nos propicia vivenciar atitudes filosóficas e o interesse em responder às questões diante das situações que vivenciamos no dia-a-dia. Devemos encarar os problemas e buscar uma resposta, mas essa resposta deverá nos trazer novas indagações. Se escrevêssemos uma peça teatral relatando a história da filosofia, os personagens principais seriam: os problemas, as questões e os temas.