sexta-feira, 25 de maio de 2018
DONALD DAVIDSON
Donald Davidson, filósofo americano nascido em 1917 e falecido em 2003.Foi o principal filósofo analítico dos últimos tempos da filosofia contemporânea. Foi discípulo de Quine, e seu trabalho é considerado técnico . Foi expoente da filosofia da mente e filosofia da linguagem, e como a linguagem se relaciona com o mundo. Criou polemica ao afirmar que a linguagem não existe como entendem a maioria dos linguistas. Não podemos afirmar que ela é uma Instituição, mas sim uma criação da imaginação e comunicação efetiva. Nada há, a não ser, a comunicação; e a linguagem é a comunicação acontecendo.
MICHEL FOUCAULT
sábado, 19 de maio de 2018
ÉTICA NIETZSCHIANA
A dicotomia entre Apolíneo e Dionisíaco perpetua o pensamento contemporâneo. Destarte, Nietzsche estabelece como tese o rompimento de paradigmas defendidos pelos grandes filósofos que o antecederam através de uma Filosofia a "Golpe de Martelo", para derrubar os valores arraigados na consciência humana.Nietzsche chegou a afirmar - não sou um homem sou uma dinamite. Criticava principalmente os valores cristãos que criam um espírito de submissão irrefletida diante dos valores dominantes da civilização, a moral de rebanho.
ALAN TURING, PERDOE A HUMANIDADE
Alan Turing é o pai da ciência da computação. É considerado um dos grandes pensadores do século XX. Sem dúvida, tudo que desfrutamos em termos de comunicação cibernética é graças a ele.Nasceu em 1912 no Reino Unido e faleceu em 1954.
Na Segunda Guerra criou um sistema -Bombe- que conseguia decifrar os códigos produzidos pelas máquinas de criptografia nazistas, chamadas Enigmas. Apesar de ter sido uma grande mente, foi condenado a prisão por ser homossexual, porém para não ser preso foi obrigado tomar injeções de medicamentos que diminuiriam a líbido, ou seja, castração química.Morreu aos 42 anos envenenado por cianeto.
Na Segunda Guerra criou um sistema -Bombe- que conseguia decifrar os códigos produzidos pelas máquinas de criptografia nazistas, chamadas Enigmas. Apesar de ter sido uma grande mente, foi condenado a prisão por ser homossexual, porém para não ser preso foi obrigado tomar injeções de medicamentos que diminuiriam a líbido, ou seja, castração química.Morreu aos 42 anos envenenado por cianeto.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Feira do Pensamento filosófico
Objetivo desta "feira é propiciar aos alunos a pesquisa sobre a biografia e a tese defendida pelos filósofos contemporâneos. Na elaboração desta avaliação são considerados o uso de mapa mental"(principais termos do texto que serão escritos de modo didático e que aja conexão entre os principais termos do texto) e a aplicação do palácio mental. Esse último recurso é uma "ferramenta" que ajuda o aluno a memorizar o discurso, eliminando a necessidade de utilização da "cola".Consideramos que na apresentação desta feira os participantes são recompensados pelo vasto conhecimento compartilhado pelos colegas. Cada expositor utiliza se de cinco minutos para a apresentação.
sábado, 2 de dezembro de 2017
A BANALIDADE DO MAL
Banalidade do mal na democracia
A
“banalidade do mal” apontada por Hannah Arendt no caso Eichmann não pode ser
entendida como um fato isolado, restrito aos eventos do nazismo. Na sua
reflexão sobre a banalidade do mal, Arendt aponta para as fragilidades da moral
no mundo contemporâneo, onde os mandamentos podem ser substituídos pelo seu
contrário, dependendo do que convém no momento. Dessa forma,
“Não matarás” pode ser facilmente abandonado por “matarás”; ou onde se lê, na
Declaração Universal dos Direitos
Humanos, “Toda pessoa tem direito à
vida, à liberdade e à segurança pessoal”, na prática podemos observar que nem
toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança; ou, ainda, onde se
lê “Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel,
desumano ou degradante”, pode significar, em alguns contextos, que alguém pode
ter a sua humanidade ignorada e, portanto, pode ser torturado e tratado com
crueldade.A reflexão
empreendida por Arendt nos leva a considerar que a banalidade do mal se faz
presente quando nos comportamos de forma a ignorar os mandamentos morais, a
reflexão ética relativa aos direitos humanos, justificando as ações mais
terríveis como “brincadeira” ou “trote” ou como “medida necessária para manter
a ordem”, ou, ainda, “porque as circunstâncias assim exigiam”, entre outras.
Quando somos coniventes ou omissos com os processos de desumanização tendemos a
deixar de reconhecer os “outros” como seres históricos, como seres de
sentimentos e pertencimentos. Alimentamos
o mal banal sempre que nos comportamos sem pensar nas regras e nas
consequências da exceção da regra, sempre que ignoramos a necessidade de
reflexão ética. Como encarar as pessoas que votam em políticos
corruptos por causa da propaganda,
ignorando os fundamentos críticos da vida política (ação)? 0ra, a corrupção
começa no instante em que as pessoas não se importam com a política. Cada
indivíduo que não procura entender a política, escondendo-se atrás de
desculpas, é culpado pela corrupção.
COMO A
CORRUPÇÃO MATA?
Com a
diminuição do número de hospitais, centros de alimentação, casas de acolhida
para adolescentes e crianças; com escolas mal aparelhadas, professores mal
pagos, empresas que adulteram remédios e alimentos; com o aumento da falta de
segurança nas ruas, do número de policiais mal remunerados e correndo risco de
morrer; com cadeias superlotadas que não recuperam ninguém, entre outros.
Enfim, se alguém morre por algum dos efeitos do desvio de verbas, o eleitor
também é responsável por essa morte. Para quem
banaliza o mal, é fácil culpar apenas os políticos. Mas é preciso pensar também
em como cada um age. Muitos políticos envolvidos em sucessivos escândalos
continuam a ganhar eleições – eis uma banalidade do mal votar sem analisar, dar
o voto a pessoas suspeitas. O predomínio
do labor, da alienação e da falta de comprometimento das pessoas em geral
impede o agir solidário, voltado para a realização da democracia com igualdade
de direitos e de acesso aos bens materiais e morais.
Caderno do aluno aluno =FILOSOFIA 2º Série vol. 2
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
A TÉCNICA
A partir do século XX, filósofos importantes debateram o problema da submissão do próprio homem às formas de controle da natureza, quando aplicadas à vida em sociedade. Com o Renascimento, ocorreu o desencantamento do mundo, ou seja, a retirada do divino dos eventos naturais com a introdução do método científico no desenvolvimento de técnicas que ampliaram as possibilidades de construção de máquinas e equipamentos. Esse evento alavancou uma sociedade que começava a se estruturar tecnologicamente.A Revolução Industrial pode ser considerada o segundo momento de realização de uma sociedade tecnológica, quando, mais do que instrumentalizar a vida com objetos mais elaborados e mais do que ampliar as velocidades e encurtar distâncias, mais do que tornar mais leves pesados fardos, o homem passa a ser guiado pela máquina. 0 tempo do trabalho já não é mais definido pelo homem, mas pela máquina. Já não são mais os ritmos naturais que governam a vida humana. A vida humana ganha um nível de artificialidade até então inédita.
0 terceiro momento da instauração da sociedade tecnológica é aquele em que vivemos.
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