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sábado, 7 de setembro de 2013

Racismo

Reflexão sobre o racismo
A condição do negro está ligada ao racismo e à miséria. Considerando a população brasileira em geral, pode-se afirmar que raros são os casos nos quais os negros superam condição de pobreza ou mesmo de miséria e recebem notoriedade social.
A miséria causada pelo racismo e pelas políticas de Estado pós-libertação dos escravos e a despreocupação das autoridades geraram um contingente de excluídos ou marginalizados, que são reconhecidos pela mesma cor de pele, cabelo, lábios e cultura de raízes africanas - os negros.
A falta do mínimo necessário para a vida gerou e gera duas orientações: a revolta e a acomodação. A revolta pode ser política, isto é, negros e negras se encontram para discutir o que lhes faz sofrer e cobrar das autoridades a igualdade. A acomodação pode ser entendida como uma alienação. Muitos negros e negras simplesmente aceitam o papel que as elites lhes impuseram durante séculos - a de que eram trabalhadores braçais em situação precária. Por outro lado, a alienação pode gerar a vitimização: o indivíduo se vê sempre perseguido e incapaz de agir, o que resulta em baixa autoestima. Em consequência, os negros valorizam outras culturas, como a da hegemonia branca europeia.
Para Sartre, o negro precisa encontrar a sua “negritude”, que é a maneira dialética, ou a negação da injustiça, causada pelo capitalismo. A condição negra de miséria, de humilhação e exclusão social, foi gerada pelo capitalismo, em processos de escravização de um povo sobre outro povo. Do ponto de vista cultural, diferentemente do proletário europeu, formado pelas fábricas, o negro teve um espaço para desenvolver sua cultura, que só podia ser uma cultura de resistência. Cada vez que um negro coloca uma roupa que expressa sua identidade, compõe uma música que fala de sua vida, não tenta moldar o seu corpo para ser igual aos outros, ele produz a “negritude”, a resistência cultural dentro do capitalismo racial e cristão. A negação do ato colonizador.
O capitalismo colocou o burguês e o trabalhador em oposição por meio de uma situação de exploração. Mas o capitalismo também colocou o branco europeu em oposição ao negro escravo e ao negro pós libertação, o que também resultou em formas de exploração. O capitalista oprime o trabalhador enquanto, em certa medida, o trabalhador branco oprime o negro. Por isso, o negro deve assumir a consciência de que sua raça é explorada por uma questão social de dominação do homem branco e não por sua natureza biológica.
Em Sartre, há uma diferença entre o trabalhador branco e o trabalhador negro. pois apesar de ambos sofrerem as dificuldades da pobreza, ele encontra a discriminação junto àqueles que também são pobres e oprimidos, e até os trabalhadores brancos discriminam o trabalhador negro.
O que é preciso fazer? É preciso que cada um tome consciência de sua condição; que o trabalhador tome consciência de sua exploração e perceba que os problemas advêm de sua posição no mundo capitalista; que o negro identifique sua condição de submetido pelo racismo. Sob a inspiração de Sartre, pode-se pensar que a consciência de que é submetido ao racismo deve favorecer ao entendimento por parte dos negros de que é preciso assumir-se como negro, sem negar origens africanas e história cultural, mas negando a condição de exclusão e inferioridade de que foram vítimas. Assim, o negro deve orgulhar-se de sua negritude, atribuindo significados positivos ao fato de ser negro.
Sartre inspira um pensamento de valorização do negro. Um olhar negro sobre o mundo. Uma compreensão de que o negro não pode ser conjugado como o mal.
A nossa cultura associa as palavras negro, negra e preto ou preta a ideias pejorativas. Por exemplo, o que significa as expressões”mercado negro”, “ “o lado negro”, “ magia negra”, “a coisa está preta”?
A ideia de negritude entendida como valorização do negro e crítica à visão negativa do mesmo impõe outra opção à ordem da cultura excludente. Sendo chamados de negros ou afrodescendentes, essas pessoas se encontraram pela negritude, que significa valorização do negro, da história dos povos africanos, da cultura negra e de uma nova visão sobre os negros, bem como sobre a importância de superação da exclusão social a que foram submetidos. A negritude seria o desenvolvimento da cultura negra após a colonização, assim, nela, estaria uma inversão em oposição ao sistema eurocêntrico capitalista e branco. A negritude revela o racismo.


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Fontes: (SÃO PAULO-SEE, Caderno do professor: filosofia, EM, 2ª S., V.3, pp.18-19)

Humilhação e velhice

Reflexão sobre humilhação e velhice
A humilhação é um sentimento de desigualdade. Para José Moura Gonçalves Filho, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), a humilhação consiste em uma modalidade de angústia disparada pelo impacto traumático da desigualdade de classe, isto é, a angústia que se sofre quando alguém se depara com um abismo chamado desigualdade, o que corresponde à percepção de que, enquanto um está em posição superior; o outro se coloca, violentamente, em uma posição inferior.
A desigualdade experimentada do lado de fora é internalizada como sofrimento, ao qual  muitas pessoas já estão habituadas. Dessa maneira, além da humilhação crônica que atinge os pobres, como resultado das  desigualdade econômicas e políticas, experimenta-se uma espécie de angústia assumida pelo humilhado nas mais variadas manifestações de sua existência.
Mas quando uma pessoa é humilhada? Quando se mostra a ela uma diferença que a põe em situação de inferioridade. Por exemplo, quando um chefe grita com o funcionário, quando um adulto ou jovem ignora ou maltrata um idoso, quando uma mulher é agredida pelo marido, quando uma pessoa mais forte ameaça outra menos forte. Enfim, existe em nossa sociedade uma hierarquia constante que leva o humilhado a sentimentos que o agridem, como susto, medo, pavor, tristeza, ódio, culpa, solidão, os quais, muitas vezes, são interiorizados pelas pessoas.
Na sociedade, todos são, em alguma medida, humilhados, mas, no caso das pessoas mais pobres, isso pode ser constante e ocorrer da infância à velhice. A humilhação contínua vai se acumulando e moldando as pessoas, levando-as a ter uma baixa autoestima, e tornando-as menos sensíveis, menos solidárias e até  mesmo violentas.

SOBRE A VELHICE

A escritora Simone de Beauvoir procurou refletir sobre a exclusão dos idosos em sua sociedade, mas do ponto de vista de quem sabia que iria se tornar um deles, como quem pensava o próprio destino. Para ela, um dos problemas da sociedade está no fato de que cada indivíduo percebe as outras pessoas como meio para a realização de suas necessidades: proteção, riqueza, prazer, dominação. Desta forma, nos relacionamos com outras pessoas priorizando nossos desejos, pouco compreendendo e valorizando suas necessidades.
Esse processo aparece com nitidez em nossa relação com os idosos. Em seu livro, a pensadora demonstra que há uma duplicidade nas relações que os mais jovens têm com os idosos, uma vez que, na maioria das vezes, mesmo sendo respeitado por sua condição de pai ou mãe, trata-se o idoso como uma espécie de ser inferior, tirando dele suas responsabilidades ou encarando-o como culpado por sobrecarga de compromissos que imputa a filhos ou netos.
Mesmo em situações de proteção, pode-se ter processos de humilhação quando, sem a devida atenção sobre as reais condições que apresentam os idosos para resolver com autonomia seus problemas, os mais jovens passam a subestimar os mais velhos, assumindo tarefas em seu lugar.
Quando não se respeita uma pessoa em sua integridade emocional, intelectual e material, ela é excluída da sociedade pelos governos, pelas instituições, pelas famílias, pelas pessoas em geral. Os grupos mais excluídos por essas práticas são as crianças e os idosos.
Em vários lugares, como bancos e supermercados, há caixas preferenciais para idosos, mas, mesmo que elas sejam suficientes para garantir seu conforto, será que suas condições sociais também o são? Há, também, a gratuidade no transporte coletivo, mas quem viaja de ônibus sabe que às vezes suas condições não são adequadas para transportar quem tem um corpo frágil.
Além do desamparo quanto ás condições materiais, a desconsideração para com opiniões e emoções dos idosos também deve ser analisada para a superação das condições de humilhação sofrida por eles em nossa sociedade.
No texto “A velhice”, Simone de Beauvoir escreveu que o idoso é uma espécie de objeto incômodo, inútil, e quase tudo que se deseja é poder tratá-lo como quantia desprezível.


Leia mais: http://www.filosofia-em-destaque.com.br/news/reflex%C3%A3o-sobre-humilha%C3%A7%C3%A3o-e-velhice/

terça-feira, 19 de março de 2013


FELICIDADE NA HISTÓRIA

Diversos pensadores tiveram a preocupação acerca da felicidade. Em diferentes tempos e espaços, isto é, na história, alguns estudiosos defendem a existência de três ideais ou valores que foram ganhando importância ao longo da história nas sociedades ocidentais, e hoje são considerados elementos fundamentais da felicidade individual e coletiva:

AMOR AO PRÓXIMO - com o cristianismo se resgatou o amor cultuado pelos gregos antigos e o tornou um mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Com mais amor e menos egoismo, as pessoas deveriam se sentir mais felizes.

LIBERDADE - com a corrente filosófica iluminista, durante a Idade Moderna, a liberdade passou a ser a fonte de inspiração da conduta humana. A Liberdade de ser,de  pensar, de crer, de ter e de expressar. Nesta época era impossível pensar em ser feliz sem a liberdade.

BEM COMUM - a  ideia de felicidade como Bem comum já existia desde Platão. A felicidade não deve ser apenas minha, tem de ser de todos.Mas é a partir do iluminismo e da assimilação dos valores cristãos, que esse ideal passou a ser amplamente defendido. Estes princípios estão na Declaração Universal dos Direitos Humanos, afirmação do direito a vida, a liberdade e a busca pela felicidade.

sábado, 2 de março de 2013

O QUE É FELICIDADE?


FELICIDADE
 É POSSÍVEL ATINGIR A FELICIDADE?
     Esta questão da felicidade nos leva a uma reflexão filosófica sobre o SER HUMANO. Será que somos felizes? O que é a Felicidade? O que devo fazer para ser feliz?
Afirmamos que somos felizes , mas não sabemos explicar o porquê. Alguns diriam que a felicidade é a realização de ações que são constituídas de momentos instáveis, que sempre nos deixam um "gostinho de quero mais", e que nos faz sentir seres inacabados e impotentes. Outros afirmam que a felicidade não está neste mundo.
     Uma pessoa de consciência comum ao ser questionada de modo crítico sobre o que é a felicidade, responderia que é feliz, mas não sabe o porquê, ou que é feliz, pois acredita em Deus. Porém, estas respostas nunca se fundamentam na razão, são apenas pontos de vista, que quando confrontadas com argumentação lógica são refutadas.
     Vamos refletir sobre o que diria Platão sobre a
felicidade.
Ele afirmaria que a felicidade não vem de fontes materiais, pois tudo o que é captado pelos cinco sentidos é enganoso. A verdadeira felicidade está no Mundo das Ideias. O rompimento das "correntes que nos aprisionam na caverna" é que nos livrará da falsa ideia de felicidade. Portanto, apenas com a busca do conhecimento podemos atingir a felicidade plena. Mas, é doloroso este rompimento, pois ao sair da caverna encontraremos a verdadeira realidade, iluminada pela luz do sol, e a luz poderá nos cegar, se não soubermos contempla-la.


Tocando Em Frente

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso, porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir.
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha, e ir tocando em frente
como um velho boiadeiro levando a boiada,
eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,
de estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,
e ser feliz
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir
Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,
e ser feliz.


domingo, 11 de dezembro de 2011

DOR E SOFRIMENTO SEGUNDO SCHOPENHAUER

Qual é a causa de toda dor humana?
O excesso de vida, a falta de contrição, a ação sobre a ação e a falta de um pouco de não ação,causam dor e sofrimento. Os homens são como “marionetes conduzidos por fios invisíveis no seu interior”, ou seja, a vontade, que é, o principio da natureza que move o mundo e o homem. O homem está sujeito à força cega e universal da vontade. É um querer irracional e inconsciente, sem ordem nem objetivo, que domina e transforma o mundo num absurdo cruel e doloroso.O homem deve aprender a administrar a vontade individual que se choca com a vontade do mundo. 
A vida é uma queda perpétua em direção à morte em que o prazer é a ausência de dor. Toda realização é um ponto de partida de novos desejos. O não querer ajuda o homem a se livrar dos desejos e a conquistar a liberdade. Negar o querer é ajudar a encontrar a paz imperturbável, pois, a vontade quando se desliga da vida se desliga da dor.A individualidade é fonte de sofrimento, pois nosso querer particular entra em conflito com o querer do mundo, por isso, compartilhar nossa dor e sofrimento é o caminho para a compaixão .

sábado, 8 de outubro de 2011

SER PROFESSOR É TER A CAPACIDADE DE "SAIR DE CENA, SEM SAIR DO ESPETÁCULO"

Atualmente ser professor é estar conectado ao avanço tecnológico, científico e ético. Por isso, é preciso que o professor se atualize constantemente para enfrentar os desafios na esfera da técnica e da ética. Tudo muda muito rápido, pois o acesso à informação é instantâneo e democrático. Além da mudança na concepção de carreira profissional, em que, o professor já não é mais visto como o detentor do conhecimento, este deve preocupar- se com a administração da sua vida profissional, buscando adquirir novas competências para transmiti-las as seus alunos. Se compararmos o professor atual com o professor do passado, poderemos perceber que para educar os nossos alunos, devemos nos adaptar à realidade social do mundo contemporâneo em todos os aspectos tecnológicos e éticos.
AÇÕES DE UM PROFESSOR:
SUBIR,CAIR, DIVIDIR, DESPERDIÇAR, COMER, VOMITAR, CONFUNDIR, COMPLICAR, DESCOMPLICAR, ILUMINAR, CEGAR, GUIAR, RASGAR, BEM DEVAGAR. VEJA A LETRA DE TOM ZÉ:

Tô bem de baixo prá poder subir
Tô bem de cima prá poder cair
Tô dividindo prá poder sobrar
Desperdiçando prá poder faltar
Devagarinho prá poder caber
Bem de leve prá não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar

Eu tô te explicando
Prá te confundir
Eu tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminado
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar
Suavemente prá poder rasgar
Olho fechado prá te ver melhor
Com alegria prá poder chorar
Desesperado prá ter paciência
Carinhoso prá poder ferir
Lentamente prá não atrasar
Atrás da vida prá poder morrer
Eu tô me despedindo prá poder voltar

Regras de Bill Gates
Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens.Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. Eis o que ele proferiu que ficou conhecida como suas famosas regras.
1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.
2. O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
11. Seja legal com os CDFs. (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns
babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um
deles.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

BIOÉTICA

Bioética é um neologismo construído a partir das palavras gregas bios (vida) + ethos (relativo à ética). É o estudo transdisciplinar entre biologia, medicina e filosofia que investiga as condições necessárias para uma administração responsável da vida humana animal e responsabilidade ambiental.

DIREITOS HUMANOS

Os direitos humanos são em sua essência, direitos que temos pelo simples fato de existir. Durante a história da humanidade esses direitos ...